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Compensar para equilibrar

A Natureza mostra-nos com os seus exemplos constantes quais são as cores que alimentam, purificam, sustém ou reflectem o nosso estado e as necessidades que devemos satisfazer. Os verdes, as cores frescas, são a expressão da purificação; limpam o nosso organismo, facilitando a renovação dos nossos fluídos.

Portanto, quanto menor for a ingestão dos alimentos desta cor, maior é a necessidade de utilizar os filtros de cromoterapia de cor verde, para limpar o nosso organismo e facilitar as suas condições de higiene.

Os laranjas e as cores quentes em geral, como os citrinos, são a representação da química orgânica, tanto dos animais como de plantas. As frutas são alimentos ricos em vitaminas, dão-nos vitalidade e facilitam as reacções químicas que o nosso organismo precisa, pelo que, quanto menor for a quantidade de fruta ingerida, maior é a necessidade de utilizar essa cor através da cromoterapia, para revitalizar os nossos tecidos.

As cores violeta não se encontram aparentemente de forma abundante na Natureza, o mesmo ocorre com os oligoelementos, que não se vêem à vista desarmada mas estão presentes em todos os processos biológicos.

Os cereais integrais são ricos em oligoelementos e quanto menor for a sua ingestão, maior é a necessidade de compensar a falta com os filtros violetas da cromoterapia, para regular e equilibrar os nossos processos vitais.

Face às necessidades naturais do organismo, a cromoterapia surge, assim, como um instrumento para compensar as carências e os desequilíbrios quotidianos, possibilitando uma vida mais harmoniosa. Experimente!

Texto de: Rafael Juliá Fernández (Cromoterapeuta - Método LOAI Cromo Line)



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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