O que estas definições algo simplistas parecem não contemplar é, por um lado, o amor que existe entre dono e animal, e por outro os benefícios ao nível da saúde física e mental que estes seres nos proporcionam. Uma acção tão simples como o afagar de um cão ou gato, por exemplo, diminui o batimento cardíaco, baixa a tensão arterial e alivia o stress. Por essas razões cada vez existem mais programas de apoio a crianças problemáticas, e dedicientes, bem como a idosos e até mesmo presos a envolverem o apoio de animais.
Todavia, e para além de todos estes benefícios, a relação animal-dono é, mais que tudo uma relação de amor sem limites, barreiras ou constrangimentos. Eles adoram-nos e demonstram-no e nós, na maior parte dos casos, não lhes resistimos. Claro está que existem excepções e no nosso país, mas não só, continuam a existir muitos animais maltratados e a precisar de auxílio e deu um bom lar. Por isso mesmo as asociações naõ se cansam de apelar à adopção em vez de à compra de animais. Aliás, se o presidente dos Estados Unidos adopta, por que não podemos, qualquer um de nós fazê-lo também?
Texto: Isabel Prates