Flor de hibisco
Entre as inúmeras variedades que florescem nas regiões tropicais, o hibiscus sabdariffa distingue-se pela sua altura (atingindo os dois metros).
As suas flores vermelhas, ricas em vitaminas, são utilizadas na medicina tradicional para produzir o chamado chá rosa, revigorante e depurativo.
Na cosmética, são utilizadas por serem ricas em ácidos orgânicos com propriedades esfoliantes. Clarins utiliza-as numa loção que elimina as células mortas, revelando a luminosidade da pele. A flor de hibisco é o ingrediente-chave de Lotion de Réveil Défroissante, de Clarins.
Flores negras (orquídea, rosa e papoila negras)
Extremamente raras, as flores negras são ricas em substâncias que beneficiam a juventude cutânea. O extracto de rosa negra é rico em taninos, compostos fenólicos e flavonóides (com acção desintoxicante e alisadora), o extracto de orquídea negra (rico em flavonóides, é antioxidante e nutritivo) e o óleo de papoila negra, com elevada concentração de ácidos gordos, apresenta uma acção nutritiva, reparadora e protectora.
Estas propriedades foram aplicadas pelos laboratórios Lierac no desenvolvimento de uma linha exclusiva de produtos com acção antienvelhecimento. As flores negras são o ingrediente-chave da linha Premium para o preenchimento de rugas.
Lótus Branco
Delicada, esta flor possui propriedades relaxantes e apaziguadoras. Para avaliar os seus efeitos na pele, os laboratórios Kenzo desenvolveram uma plantação própria, na província chinesa de Zhejiang. Recentemente, utilizaram um método de avaliação, que consiste em medir a taxa de cortisol, uma hormona naturalmente presente na saliva, que aumenta num ambiente de stress e diminui num contexto relaxante.
O teor de cortisol foi medido antes e depois da aplicação de uma nova fórmula desenvolvida para o contorno dos olhos e muito concentrada em lótus branco, observando-se uma diminuição de 13 por cento. O lótus branco é o ingrediente-chave da linha Belle de Jour, de Kenzoki.
Texto: Vanda Oliveira