Todos envelhecemos. O que verdadeiramente incomoda as pessoas não é a idade, mas sim os sinais visíveis de envelhecimento com que diariamente se deparam. As rugas faciais são um dos parâmetros mais visíveis do fenómeno do envelhecimento cutâneo.
O envelhecimento da pele constitui-se num reflexo da idade biológica do indivíduo que, nem sempre, corresponde à idade cronológica. De facto, este processo pode ser acelerado sob a influência do meio ambiente e, por outro lado, retardado por uma vida saudável e alguns cuidados.
É necessário que os profissionais de estética consigam avaliar o estado da pele e o tipo de rugas presentes em cada cliente para definir o cuidado adequado e aconselhar a melhor forma de combater as diferentes causas.
Processo de envelhecimento
Envelhecer é um processo natural, mas que está directamente relacionado com a qualidade de vida à qual o organismo foi submetido. No tecido envelhecido ocorre uma diminuição de colagénio e de elastina, de proteínas e açúcares, em especial do ácido hialurónico, que influenciam o estado da pele e a sua perda de elasticidade.
Nessa fase, a barreira de protecção contra a radiação UV encontra-se também fragilizada, uma vez que há uma diminuição no número de melanócitos activos (células produtoras de melanina).
A diminuição na taxa de renovação celular e a reparação da pele elevam o tempo de cicatrização das feridas que pode chegar a duas ou três vezes mais do que o de uma pessoa jovem.
Assim sendo, a derme envelhecida torna-se um tecido com menor capacidade de resposta ao stress e ao trauma. Estas modificações estruturais resultam em diferentes tipos de rugas.
O processo de envelhecimento da pele pode ser dividido em dois tipos: intrínseco e extrínseco:
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